Metadados
Número de registro
357530.1931.348788.13072020
Título
Mês da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha
Data inicial
28 de julho de 2020
Data final
10 de agosto de 2020
Coordenadora/Coordenador
Fundo/Unidade do IFRS
Dimensão
Extensão
Descrição
A população negra corresponde na atualidade a mais da metade dos brasileiros, cerca de 54%, segundo o IBGE. Na América Latina e no Caribe 200 milhões de pessoas se identificam como afrodescendentes. Embora essa população seja expressiva numericamente no Brasil e fora dele, infelizmente é a que mais sofre com a pobreza. A situação é ainda mais preocupante quando se trata das mulheres negras na região. A desigualdade entre mulheres brancas e negras chama atenção: no Brasil, mulheres brancas recebem 70% a mais do que negras, segundo a pesquisa Mulheres e Trabalho, do IPEA, publicada em 2016. De acordo com a ONU, dos 25 países com os maiores índices de feminicídio do mundo, 15 ficam na América Latina e no Caribe. Diante desta situação, há 28 anos atrás, um grupo definiu que uma solução só surgiria da própria união entre mulheres negras. Nasceu assim em 1992, o primeiro Encontro de Mulheres Negras Latinas e Caribenhas, em Santo Domingos, na República Dominicana. Esta rede de mulheres permanece unida até hoje. A partir deste encontro nasce o Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha, lembrado todo 25 de julho, data reconhecida pela ONU ainda em 1992. No Brasil, desde 2014, 25 de julho é o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. A data homenageia a líder quilombola que viveu no século 18.
Palavras-chave
Caribenha | Desigualdade | Latina | Mulher | negra
Público-alvo
Público em geral, especialmente alunos e alunas do IFRS Campus Osório e outros campus do IFRS. Também destina-se a comunidade externa como docentes, estudantes, movimentos sociais e coletivos que se interessam pela temática abordada.
Situação
Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato/observações
Sistema de registro
SIGProj
Responsável pelo Registro
NuMem/IFRS
